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Pavlova com Morangos e Framboesas

 

Verão é tempo de sobremesas frescas com frutos vermelhos, cheias de cor, a animar uma mesa. Uma das minhas preferidas é esta Pavlova com Morangos e Framboesas, perfeita para ser partilhada. Preparei o merengue no meu novo Kenwood Chef Baker XL, que tem sido uma ajuda na minha cozinha. Já não passo sem ele, e todos os seus acessórios integrados. 

Os merengues ficam perfeitos e brilhantes, com a ajuda do batedor de pinha, a balança Easy Weight integrada torna tudo mais prático e fácil de preparar, tem duas taças de 5 e 7Lt perfeitas para todas as necessidades, e 1200W de potência. Ando mesmo encantada e já faz parte do meu dia-a-dia. E para os meus leitores tenho um código de desconto de 10% em qualquer Robot de Cozinha da Kenwood. Usem o código 'ananashortela', válido até Outubro deste ano.

E não resisto a preparar merengues e pavlovas no meu novo Kenwood Chef Baker XL, a juntar coulis de frutos vermelhos e colheradas de natas batidas. Tudo junto é pura felicidade. Esta pavlova é isso mesmo. Adoro as texturas, as cores, a doçura em forma de sobremesa. Segue a receita, espero que gostem tanto como eu.

 


 





PAVLOVA COM MORANGOS E FRAMBOESAS

Para a Pavlova:

4 claras de ovo à temperatura ambiente

250 gr de açúcar

2 c.c. de vinagre de sidra

 

Para o coulis:

250 gr de framboesas e morangos congelados 

125 gr de açúcar

sumo de 1/2 limão

 

Para decorar:

200 ml de natas batidas

framboesas e morangos frescos q.b. 


Preparação

Preparar a pavlova na noite anterior, colocando as claras na taça do robot e com o batedor de pinha começar a bater até fazerem picos suaves. Aos poucos ir adicionando o açúcar, uma colher de cada vez até ficar todo incorporado. Depois continuar a bater durante cerca de 7-10 minutos até ficar um merengue brilhante e firme. Adicionar o vinagre e envolver mais 2 minutos. Enquanto isso pré-aquecer o forno a 150ºC. Forrar um tabuleiro com papel vegetal antiaderente e desenhar um círculo com cerca de 18-20 cm de diâmetro. Colocar o merengue dentro do círculo dando o formato de pavlova com ajuda de uma espátula. Levar ao forno, baixando para 110ºC, por cerca de 1h30. Depois apagar o forno, e deixar arrefecer dentro dele, colocando uma colher de pau a abrir a porta.

No dia de servir, preparar o coulis, colocando os frutos, o açúcar e sumo de limão numa tacho, levando a cozinhar até formar uma compota muito ligeira. Triturar e deixar arrefecer antes de servir.

Bater as natas e montar a pavlova. Colocar a pavlova num prato de servir, espalhar natas batidas no topo, um pouco de coulis por cima, e frutos no topo. Servir fatias com mais coulis.

Bom Apetite!



Pavlova Floresta Negra



Há momentos que devem ser sempre celebrados. Mesmo que nos falhe o tempo. A vontade de celebrar essa nunca falha. Com algo bem doce na mesa.
Foi assim que o blog completou 6 anos, no mês passado. Sim, já são 6 anos! Tive mais uma vez de ir atrás e ver a data do primeiro post e confirmar quantos eram.
E para não fugir ao tema do primeiro post de sempre (compota de cereja caseira) e aos últimos anos que celebramos o aniversário do blog juntos, mais uma vez escolhi as cerejas para a sobremesa.

Uma pavlova floresta negra, com duas coisas que adoro, o chocolate e as cerejas juntos. E acreditem que ficou perfeito! Um doce bem doce, para ser partilhado com todos os gulosos.
E acredito que enquanto houver cerejas, nem será preciso motivo especial para celebrar tudo o que é bom com elas.
Uma mesa com uma pavlova é uma mesa feliz. E o aniversário do blog deixa-me sempre feliz, e com vontade de celebrar e partilhar convosco todos estes momentos.

Obrigada a todos os leitores, pela vossa presença. Por estarem aí, pelas palavras que me deixam sempre a sorrir, pelo carinho com que me escrevem e fazem as receitas que passam nesta mesa. Muito obrigada! Continuo a ser muito feliz a cozinhar, a fotografar e a sonhar.
Este caminho é escrito em forma de receitas e fotografias e histórias. É feito de sonhos, forno aceso, ovos caseiros, legumes e frutas da horta e do pomar, de mãos amigas e pessoas que se cruzam pelo meu caminho, algumas que se tornaram verdadeiras amigas. Não podia estar mais grata pelas coisas boas que este cantinho me trouxe. Que venham mais histórias de comer e querer mais.











Pavlova Floresta Negra

6 claras de ovo
300 gr de açúcar
3 colheres (sopa rasas) de cacau em pó (+ um pouco para salpicar)
1 colher (chá) de vinagre de sidra

350 ml de natas frescas
2 colheres (sopa) de açúcar
1/2 chávena de compota de cereja

cerejas frescas q.b.
raspas de chocolate negro q.b.


Preparação

Pré-aquecer o forno a 150ºC. Desenhar dois círculos com 20cm de diâmetro em folha de papel vegetal antiaderente e colocar dentro de dois tabuleiros.
Com a batedeira eléctrica bater as claras em castelo até ficarem bem firmes. Começar a juntar o açúcar, uma colher de sopa de cada vez, e bater entre cada adição, até ficar incorporado.
Bater depois durante uns 5 minutos até a mistura ficar brilhante e espessa.
Adicionar depois o vinagre e o cacau e envolver delicadamente até ficar misturado e homogéneo.
Colocar colheradas da mistura dentro dos círculos desenhados, metade em cada, e dando a forma redonda pretendida. Salpicar cada disco de pavlova com cacau em pó, usando uma peneira pequenina, para dar um efeito pintado.
Reduzir a temperatura do forno para 120ºC e colocar os discos de pavlova a cozer cerca de 1 hora e  10-15 minutos.
Depois desse tempo, desligar o forno e deixar a pavlova lá dentro até arrefecer por completo (eu coloco uma colher de pau na porta do forno para deixar uma abertura).
Para o recheio e cobertura, bater as natas até ficarem firmes, adicionar o açúcar e bater mais um pouco só para incorporar.
Na altura de servir, colocar um disco de pavlova num prato grande, cobrir com metade do chantilly e salpicar com metade da compota de cerejas, dando um efeito marmoreado com um garfo.
Colocar o outro disco de pavlova em cima, cobrir com as restantes natas batidas, espalhar a compota de cereja, e servir com cerejas frescas e raspas de chocolate.

Bom Apetite!








Pavlova em Coroa



Um ano que se passou. E um novo ano ainda em branco. Está pronto a ser escrito, a ser pintado com as cores que gostamos mais, a ser contado em palavras e cozinhado em sabores e cheiros.
Não costumo fazer resoluções de ano novo, nem penso em metas e objectivos que pretendo atingir. Não tenho esse hábito, não quero fazer dietas nem perder peso, não quero planear viagens que depois não consigo fazer, não quero mudar de vida radicalmente, não quero mudar de emprego só porque na minha área há precariedade. Não quero dizer um monte de coisas só por dizer. Se algo mudar que seja porque é tempo para isso, porque mereço e lutei por isso, e não preciso que seja Janeiro para o fazer.
Claro que desejo que seja um bom ano, mas acima de tudo penso nele sempre com esperança. E com sonhos agarrados a mim.

De alguma forma acabo sempre por pensar no ano que passou, nos sentimentos que senti, nas coisas que vivi, mas sem nostalgia (essa fica sempre para o fim do verão). Não foi um ano fácil, não. Foi cheio de rasteiras e sustos. Mas em vez de pensar no que menos gostei nele, prefiro olhar para trás e ver os dias felizes. As oportunidades que agarrei, os desafios que abracei, e ver que se calhar até sou capaz de me safar nesta história que se chama vida. Pensar nos bons momentos com quem amo, nos pedacinhos de sol e amizade que tive, nas coisas novas que aprendi, no milagre que presenciei. Sim, porque afinal os milagres acontecem, e este ano que passou foi esse o momento que me deixou mais feliz e grata (apesar da dor e da frustração pelo meio). E se os milagres acontecem, há sempre esperança, há sempre sonho, é sinal que o melhor ainda está por vir (como diz uma amiga minha).

Este ano e sempre, escolho sonhos, escolho sentimentos, escolho ser mais feliz. Escolho as pequenas coisas da vida que me fazem sentir bem, e as grandes também (os milagres). 
E trago-vos uma coroa doce. Quero mais este lado doce da vida. Uma pavlova branca pronta a ser pintada com groselhas, compota e canela. Que se partiu a meio das fotografias, e me fez rir. Que foi degustada por nós e por amigos e vizinhos, gente boa e que nos faz feliz.
Fica a sugestão para o Dia de Reis. E para dias mais doces.
Desejo um bom ano a todos os leitores! Cheio de momentos doces e felizes.








Pavlova em Coroa
(inspirada na Donna Hay)

6 claras de ovo
330 gr de açúcar branco
1 e 1/2 colher (chá) de vinagre de sidra

para servir:
250 ml natas frescas
2 colheres (sopa) de açúcar
canela em pó q.b.
groselhas frescas q.b.
compota de frutos vermelhos q.b.


Preparação

Pré-aquecer o forno a 150ºC. Desenhar um círculo com 25cm de diâmetro numa folha de papel vegetal antiaderente e colocar dentro de uma tabuleiro.
Com a batedeira eléctrica bater as claras em castelo até ficarem bem firmes. Começar a juntar o açúcar, uma colher de sopa de cada vez, e bater entre cada adição, até ficar incorporado.
Bater depois durante uns 5 minutos até a mistura ficar brilhante e espessa.
Adicionar depois o vinagre e bater por mais 2 minutos.
Colocar colheradas da mistura dentro do círculo desenhado, em toda a volta, formando uma coroa.
Reduzir a temperatura do forno para 120ºC e colocar a pavlova a cozer cerca de 1 hora e 20 minutos.
Depois desse tempo, desligar o forno e deixar a pavlova lá dentro até arrefecer por completo (eu coloco uma colher de pau na porta do forno para deixar uma abertura).
Para a cobertura, bater as natas até ficarem firmes, adicionar o açúcar e bater mais um pouco só para incorporar e juntar canela a gosto de forma a ficar com um chantilly de canela.
Na altura de servir, colocar a pavlova num prato grande, cobrir com o chantilly de canela, colocar as groselhas, uns fios de compota de frutos vermelhos (eu usei uma compota caseira de morango e especiarias) e salpicar com canela.

Bom Apetite!